*Nosso amor é eclipse
Nosso amor é eclipse
Vem quando não sei
Surge quando não vi;
E quando vejo, já flui...
Corre pelas veredas do nunca,
E este, repõe traços, que,
Aos poucos vive, cresce...
Transcende o nosso reino
Faze-nos príncipe e princesa,
Faze-nos longe e perto,
E beijos e carícias
Azuis e vermelhos,
Nas cores do que nos
Une, nas cores...
Caxias, (sem data)
Junior Magrafil.
*Essa foi feita em homenagem a dois amigos meus. Ele indeciso e ela ainda mais, porém foi tudo intenso....rs'
Os pássaros da meia noite
Os tempos mudam, as eras passam,
e mais uma história vem pra ser contada.
É assim a toda hora, a cada instante;
ao mínimo segundo de uma ultrapassagem.
Não mais que o ontem, que um dia já foi,
nem menos que o porvir – quem sabe venha.
Instante incerto que, por hora, se exalta;
momento único que a mente exala.
De abraços em abraços, beijos em beijos,
esse período que inspira a todos nós.
Espalha! Alastra todo o sentimento nobre,
revoga os tempos de angústia e mágoa,
degrada as reles e falsas emoções.
Não há falsos encantos numa virada de ano,
pois é uma nova esperança de dias gratos:
o branco da paz que todos tomam pra si,
como um oráculo, como uma imagem,
um eco que ressoa no fundo e belo da alma.
Somos transeuntes em busca do equilíbrio da meia-noite;
na passagem, de mãos dadas, andando pra longe.
Somos pássaros libertos à luz do luar,
alimentados pela luz que está chegando.
Paz e bem, desejando a cada um, a cada ser, a cada alma,
e que o riso não se cale, e que o Amor deixe um gérmen.
Caxias, 20-12-2007.
Junior Magrafil.
Os tempos mudam, as eras passam,
e mais uma história vem pra ser contada.
É assim a toda hora, a cada instante;
ao mínimo segundo de uma ultrapassagem.
Não mais que o ontem, que um dia já foi,
nem menos que o porvir – quem sabe venha.
Instante incerto que, por hora, se exalta;
momento único que a mente exala.
De abraços em abraços, beijos em beijos,
esse período que inspira a todos nós.
Espalha! Alastra todo o sentimento nobre,
revoga os tempos de angústia e mágoa,
degrada as reles e falsas emoções.
Não há falsos encantos numa virada de ano,
pois é uma nova esperança de dias gratos:
o branco da paz que todos tomam pra si,
como um oráculo, como uma imagem,
um eco que ressoa no fundo e belo da alma.
Somos transeuntes em busca do equilíbrio da meia-noite;
na passagem, de mãos dadas, andando pra longe.
Somos pássaros libertos à luz do luar,
alimentados pela luz que está chegando.
Paz e bem, desejando a cada um, a cada ser, a cada alma,
e que o riso não se cale, e que o Amor deixe um gérmen.
Caxias, 20-12-2007.
Junior Magrafil.
Se aqui nevasse
Noite calma e os sinos tocam:
Os senhores, as beatas, as crianças;
os tambores, serenatas, as guirlandas.
Tudo é belo.
Aqui em baixo, brilham as luzinhas do Natal,
lá em cima, estrelas incendeiam o coração,
mais que tudo, dão vontade à união.
Tudo é belo.
Cantam as crianças, os corais vermelhos:
espalham cantigas de paz e de verdade,
mais que tudo, abrem risos na cidade.
Tudo é belo.
Se aqui nevasse, um branco Natal seria,
mas é colorido, com a cor de cada um:
com cada abraço e alegria, se faz mais um.
Tudo é tão belo.
E as felicidades são trocadas, e os presentes;
Reina a fé, tomam café, e ceiam juntos;
em família, em amigos, em amores – juntos.
Tudo, então, é belo.
Caxias, 20-12-2007.
Junior Magrafil.
Noite calma e os sinos tocam:
Os senhores, as beatas, as crianças;
os tambores, serenatas, as guirlandas.
Tudo é belo.
Aqui em baixo, brilham as luzinhas do Natal,
lá em cima, estrelas incendeiam o coração,
mais que tudo, dão vontade à união.
Tudo é belo.
Cantam as crianças, os corais vermelhos:
espalham cantigas de paz e de verdade,
mais que tudo, abrem risos na cidade.
Tudo é belo.
Se aqui nevasse, um branco Natal seria,
mas é colorido, com a cor de cada um:
com cada abraço e alegria, se faz mais um.
Tudo é tão belo.
E as felicidades são trocadas, e os presentes;
Reina a fé, tomam café, e ceiam juntos;
em família, em amigos, em amores – juntos.
Tudo, então, é belo.
Caxias, 20-12-2007.
Junior Magrafil.
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